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Moscamed e CNEN realizam visita técnica a Fernando de Noronha

Moscamed e CNEN realizam visita técnica a Fernando de Noronha acompanhada por consultora da AIEA

Entre os dias 13 e 17, o diretor-presidente da Moscamed, Jair Virgínio, a coordenadora técnica, Aline Macedo, e as técnicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Cristiane Rodrigues e Joana Azambuja, integraram a comitiva que realizou uma visita técnica à ilha de Fernando de Noronha, acompanhando a consultora da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rachel Morreale.

O objetivo da visita foi apresentar à consultora da AIEA a área que receberá a implementação da Técnica do Inseto Estéril (TIE), aplicada ao Aedes aegypti como tecnologia de enfrentamento às arboviroses. A TIE está sendo promovida pela CNEN no Brasil para incentivar o uso pacífico da energia nuclear. Na execução da técnica em Noronha, a iniciativa conta com a parceria e o financiamento da CNEN, presidida por Francisco Rondelli.

Além de acompanhar a consultora, o diretor-presidente e a coordenadora técnica da Moscamed também avaliaram a situação do monitoramento do Aedes aegypti na ilha e discutiram com as autoridades locais a instalação da estrutura em field. Para viabilizar essa ação, será implantada uma estrutura móvel que servirá de base para a produção e liberação dos mosquitos diretamente em Noronha.

A visita contou ainda com a participação do coordenador da Vigilância Ambiental da ilha, Douglas Gomes, e do gerente de Vigilância em Saúde, Guilherme Santos, que ofereceram suporte e informações relevantes para o desenvolvimento da ação.

Para o diretor-presidente da Moscamed, Jair Virgínio, essa visita técnica foi fundamental: “Esse passo foi essencial para a implementação da técnica na ilha. Recebemos Rachel e pudemos mostrar de perto como o projeto será conduzido. Foi muito importante apresentar toda a proposta diretamente na área onde será aplicada”, destacou.

A previsão é que as etapas de produção e a liberação dos mosquitos estéreis em Fernando de Noronha aconteçam nos próximos meses, representando um avanço significativo no enfrentamento às arboviroses e reforçando a importância da cooperação internacional e institucional para a saúde pública.

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